A informação precisa, auditável e fundamentada em dados estatísticos oficiais é a ferramenta mais poderosa para combater narrativas ideológicas e assegurar a segurança jurídica do setor de defesa, do tiro desportivo e dos Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) no Brasil.
O mercado de produtos controlados, segurança pública e tiro desportivo no Brasil vive um momento de transição regulatória marcante. É exatamente nesse cenário de união de esforços e fomento comercial estruturado que a Shot Fair Brasil 2026 abre suas portas amanhã, dia 15 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo/SP.
No atual cenário de hiper-regulação, o tradicional modelo do “advogado de crise” — aquele que você só procura depois de ter uma arma apreendida ou o Certificado de Registro (CR) suspenso — tornou-se obsoleto e perigoso.
O mercado de tiro desportivo, caça, segurança e gerenciamento tático no Brasil ganha um novo e imponente capítulo. Sob o tema “Conectando Propósitos”, a Shot Fair Brasil 2026 chega à sua sexta edição consolidada definitivamente como a maior e mais importante plataforma estratégica das Américas para o desenvolvimento econômico, institucional e cultural do nosso setor.
No “mundo por trás do gatilho”, a presença física e o diálogo direto com a base são os pilares que sustentam a evolução do tiro desportivo. É com essa visão estratégica que destacamos a recente e produtiva jornada de Melk dos Santos por Santa Catarina. Mais do que um experiente despachante de armas, Melk atua como delegado da Calibre Supercopa no estado, desempenhando um papel vital na conexão entre a organização nacional e os clubes parceiros.
No Brasil, o “marketing de armas” é um campo minado. Diferente de quase qualquer outro produto de consumo, a publicidade de armamento não é regida apenas pelo Código de Defesa do Consumidor, mas por um torniquete jurídico composto pelo Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03), pelo Decreto 11.615/23 e pelas normas de autorregulamentação do CONAR.
A história do controle de armas no Brasil desde 1997 é marcada por uma oscilação contínua entre o desarmamento civil rigoroso e períodos de flexibilização estratégica para Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs). Para entendermos o complexo cenário legislativo e operacional de 2026, é preciso revisitar os marcos que moldaram o setor nas últimas décadas.
O cenário para Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs) no Brasil vive um momento de definições cruciais. De um lado, o Tribunal de Contas da União (TCU) intensifica a fiscalização sobre a viabilidade financeira da nova estrutura de controle; de outro, o Congresso Nacional sinaliza uma forte reação para retomar direitos que haviam sido restringidos por decreto.
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